SNOMED-CT, CIE-10 y HL7: estándares para los registros electrónicos de salud
Título original: SNOMED-CT, CID 10 e HL7: PADRÕES PARA REGISTROS ELETRÔNICOS DE SAÚDE
Traducción del resumen publicado · es
Resumen
Este artículo analiza tres estándares internacionales ampliamente utilizados en informática de la salud: SNOMED-CT, CIE y HL7. El objetivo es comprender sus orígenes, estructuras y aplicaciones nacionales e internacionales, destacando sus ventajas, limitaciones y potencial de integración entre sistemas de salud. El estudio se basa en una revisión de la literatura nacional e internacional realizada por egresados del posgrado en Informática de la Salud de la UNIFESP. Los resultados indican que la CIE y SNOMED-CT contribuyen a la estandarización terminológica, aunque todavía presentan limitaciones para representar contextos clínicos complejos. HL7 destaca como un protocolo esencial para la interoperabilidad entre sistemas, al facilitar la comunicación entre diferentes plataformas y modelos de datos. Se concluye que, pese a los avances, persisten importantes desafíos que requieren inversiones en investigación, actualización de estándares y capacitación profesional para garantizar la eficiencia y la seguridad del intercambio de información sanitaria.
Palabras clave
interoperabilidad; SNOMED-CT; CIE-10; HL7; registros electrónicos de salud; estandarización terminológica
Resumen original · Português
Este artigo analisa três padrões internacionais amplamente utilizados em informática em saúde: SNOMED-CT, CID e HL7. O objetivo é compreender suas origens, estruturas e aplicações nacionais e internacionais, destacando vantagens, limitações e potencial de integração entre sistemas de saúde. O estudo baseia-se em revisão de literatura nacional e internacional, realizada por egressos da Pós-Graduação em Informática em Saúde da UNIFESP. Os resultados apontam que a CID e o SNOMED-CT contribuem para a padronização terminológica, mas ainda apresentam limitações quanto à representação de contextos clínicos complexos. O HL7 se destaca como protocolo essencial para a interoperabilidade entre sistemas, facilitando a comunicação entre diferentes plataformas e modelos de dados. Conclui-se que, apesar dos avanços, ainda há desafios significativos a serem superados, exigindo investimentos em pesquisa, atualização de padrões e capacitação profissional para garantir eficiência e segurança na troca de informações em saúde.
